segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A diferença entre o Correto e o Justo

Dois advogados encontram-se no estacionamento de um motel e reparam que cada um está com a mulher do outro.

Após alguns instantes de ‘saia justa’, em tom solene e respeitoso, um diz ao outro:

- Nobre colega, creio eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Senhoria no seu.

Ao que o outro respondeu:
- Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRETO.

No entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando.

Essa é a diferença entre aquilo que é correto e aquilo que é justo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Advogado é Advogado, mas Polícia é Polícia

Lição fundamental: Jamais faça pergunta sem ter certeza da resposta!

Fato verídico acontecido em uma Vara da cidade de São Paulo na Inquirição em
Juízo de um policial pelo advogado de defesa do réu, que tentava abalar a
sua credibilidade.

Advogado: Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: Não senhor. Mas eu o vi a algumas quadras do local do crime e o prendi como suspeito, pois ele é, e se trajava conforme a descrição dada do criminoso.
Advogado: E quem forneceu a descrição do criminoso?
Policial: O policial que chegou primeiro ao local do crime.
Advogado: Um colega policial forneceu as características do suposto
criminoso. Você confia nos seus colegas policiais?
Policial: Sim, senhor. Confio a minha vida.
Advogado: A sua vida? Então diga-nos se na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar.
Policial: Sim, senhor, temos um vestiário.
Advogado: E vocês trancam a porta com chave?
Policial: Sim, senhor, nós trancamos..
Advogado: E o seu armário, você também o tranca com cadeado?
Policial: Sim, senhor, eu tranco.
Advogado: Por que, então, policial, você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você são colegas a quem você confia sua vida?
Policial: É que nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.

Uma gargalhada geral da platéia obrigou o Juiz a suspender a sessão ...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Deveria ser ficção (1)

O despertador toca as 06:45. Todos os dias ele toca esse horário, pelo menos de Segunda a sábado. Eu estava com tanto sono que, como de praxe continuei dormindo até o segundo toque, as 07:00 da manhã. Isso por que já estava entrando muito sol pela janela, ainda sim estava morrendo de sono e ficaria ali por mais sei lá, horas.
Era um sono justificável, na minha visão, afinal dormir em média 3 horas por noite não é pra qualquer um, no dia anterior me deitei na cama o relógio marcava 04:10 da madrugada.
Era uma terça-feira, e isto sempre me deixava mais desanimado, afinal eu precisava obrigatoriamente estar na empresa às oito horas.
- Lá vamos nós, coragem! Pensei, ainda no banheiro de frente ao espelho, quinze minutos depois eu estaria já pronto para dirigir por 30 minutos de semáfaros, estradas ruins e trânsito pesado. Pelo menos trabalhava na mesma cidade e isso já era uma ajuda.
- "Oiii, dormiu bem? Bom trabalho, beijos" dizia a mensagem no celular pouco antes de pegar a estrada, cruzei a av. Dumont quase no vermelho, mas que mal tem, todo mundo faz isso por ali, ao som de Any Other Day" parecia ser menos estressante fazer este chato caminho todos os dias.
No segundo semáfaro, agora no cruzamento da Dumont com a av. Charles, não menos movimentada nesse horário o semáfaro estava verde, neste caso passava por ali em média a 60 km/h as vias são largas e o asfalto é bom, mas neste dia, mesmo com sinal verde, derrepente pisei com toda força no freio, antes de olhar para o lado, como se pressentisse algo errado, num flash em milésimos de segundo uma moto cruzou minha frente em sinal vermelho tombando e motoqueiro caindo no asfalto, se perdeu talvez pelo susto do cantar dos meus pneus, antes que pensasse em algo eu já estava ali do lado dele, o ajudando a levantar, quando tirou o capacete vi que não era ele, ere "ela".
Estava tremendo, suando, muito assustada e com alguns pequenos arranhões pela queda, mas a salvo.
- Você estava no vermelho, por que não parou? Perguntei
- Desculpe, desculpe, eu não percebi, achei que daria tempo, não sei, foi tudo muito rápido. Ela disse, agora chorando.
- Tudo bem, você está bem? Sente dor?
- Não estou bem, muito obrigada, muito obrigada por parar, eu estou bem. Muito obrigada.
Olho no relógio, cinco para as oito. A moça realmente estava bem, apesar do choque do momento, ela ligou ao seu pai que viria acompanhá-la. Voltei ao caminho para o trabalho, antes apenas peguei seu nome: Josi.
O resto do caminho fui pensando, aquele cruzamento não possui nenhuma visibilidade, as esquinas estão cercadas por muros altos e a velocidade também é alta, por que parei o carro antes de ouvir a moto, ou vê-la? Tenho certeza que pisei no freio antes de ve-la, foi como um instinto, não sei, talvez aconteça com todo mundo as vezes, pensei no momento... procurei esquecer e cheguei ao trabalho dez minutos atrasado.
2.000 metros quadrados.
7 andares.
723 funcionários.
 Esses números nunca me impressionavam lá, para mim, estava apenas começando mais um dia normal, em um trabalho normal. Pelo menos sempre esperava que fosse assim. Tomei meu café e fui para a sala, começou o dia.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Deveria ser ficção (Introdução)

Colégio, trabalho, vizinhos, diariamente convivemos com dezenas de pessoas, cada uma com sua história, seus sonhos, suas ansiedades, muitas histórias que não conhecemos e algumas vezes nem fazemos idéia.
E se você não soubesse sobre a sua própria história, e sua vida fosse um mar de dúvidas que te cercam sobre seu passado e suas diferenças em relação as outras pessoas? Como conviver décadas sem saber o suficiente sobre você mesmo?
Quando tudo parece estar se perdendo e o futuro parece não mais existir, você ainda terá que descobrir a última ponta de esperança está justamente nessa nuvem de dúvidas que mais o atormenta, e que pular da exclusão para o heroísmo parece ser algo mais que destino, um dever previamente definido...

A diferença entre Parar e Diminuir

Um advogado dirigia distraído quando, num sinal de PARE, passa sem parar, em frente a uma viatura do BOPE.

Policial: - Boa tarde. Documento do carro e habilitação.
Advogado: - Mas por que, policial?
Policial: - Não parou no sinal de PARE, ali atrás.
Advogado: - Eu diminui e como não vinha ninguém...
Policial: - Exato... Documento do carro e habilitação.
Advogado: - Você sabe qual é diferença jurídica entre diminuir e parar?
Policial: - A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE, deve-se parar completamente. Documento e habilitação.
Advogado: - ...ou não policial. Eu sou advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar, eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.
Policial: - Positivo, aceito. Pode fazer o favor de sair do veí­culo, Sr. Advogado?
O advogado desce, e então os integrantes do BOPE baixam o cacete, soco pra tudo quanto é lado, tapa na orelha, botinada...
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o policial pergunta:
- Quer que a gente PARE ou DIMINUA?
Advogado: - PARE!...PARE!...PARE!...
Policial: - Positivo... Documento e habilitação!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Gravidez na 3ª Idade

Com toda esta nova tecnologia recente sobre a fertilidade, uma senhora de 78 anos foi capaz de dar à luz um menino.

Quando ela teve alta hospitalar, foi para casa, e seus familiares e amigos vieram visitá-la.
- Podemos ver o novo bebê? - alguém perguntou.
- Ainda não - disse a mãe - Vou fazer um café e poderemos conversar um pouco antes. Trinta minutos se passaram; e um outro perguntou...
- Podemos ver o bebê agora?
- Não, ainda não - disse a mãe.
Depois de mais alguns minutos, eles perguntaram de novo.
- Podemos ver o bebê agora?
- Não, ainda não. - respondeu a mãe.
Já meio impacientes, eles perguntaram :
- Bem,... então quando poderemos ver o bebê?
- QUANDO ELE CHORAR! - ela disse a eles.
- QUANDO ELE CHORAR???
- E por que temos que esperar ele chorar?
- PORQUE EU ESQUECI ONDE O COLOQUEI!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Velório em Portugal

Estava de passagem por Portugal quando percebi que uma pessoa havia morrido. Fiquei curioso para saber como eram os velórios deles.
Ao chegar, vi que no caixão estava o morto inteiramente nu, e ao lado um grande pote cheio de creme, no qual cada um dos presentes pegava um pouquinho e passava no defunto.
Surpreso com esta cena, coisa inusitada para mim, aproximei-me da mulher e perguntei:

- Desculpe-me a ignorância, mas porque estão passando creme no defunto? É tradição aqui?
A esposa respondeu:
- Não! É inédito! Nunca fizemos isso. É que ele pediu para ser cremado.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Jogo: Dawn Of The Dead

Se você gosta de dar tiro em zumbis como na famosa série The Walking Dead, vai adorar perder um tempo com este game online: Dawn Of The Dead.
Sua missão é simples: dar tiros (barra de espaço) nos zumbis para impedir que eles cheguem a sua área de proteção.
Clique abaixo e boa sorte!



Até mais

sábado, 4 de dezembro de 2010

No sanatório...

Um corintiano sádico, um são paulino masoquista, um palmeirense assassino, um lamenguista necrófilo, um santista zoófilo e um botafoguense piromaníaco estão sentados num banco do jardim de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo.

Diz o santista zoófilo:
– E aí, vamos transar com um gato?
Então diz o corintiano sádico:
– Vamos transar com um gato e depois torturá-lo!
E diz o palmeirense assassino:
– Vamos transar com um gato, torturá-lo e depois matá-lo!
Diz o flamenguista necrófilo:
– Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo e depois transamos com ele outra vez!
E diz o botafoguense piromaníaco:
- Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo, transar com ele outra vez e atear-lhe fogo!
Segue-se um silêncio, todos olham para o são paulino masoquista e perguntam:
– E aí?
E diz o são paulino:
– Miau!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010